Receita

Wi-Fi público que paga a conta: como provedores estão monetizando hotspot

Quase todo provedor regional tem Wi-Fi espalhado por aí: a praça que a prefeitura pediu, o ginásio do evento, a parceria com o comércio. Na maioria dos casos, isso entra na planilha como custo de marketing — banda, equipamento e manutenção saindo de graça.

Só que esse mesmo Wi-Fi é um ponto de venda com fila: gente parada, com o celular na mão, querendo conexão. A diferença entre custo e receita é o que acontece na tela de login.

4 modelos que estão funcionando

Não esqueça: hotspot público no Brasil precisa de registro de conexão (Marco Civil da Internet). Se a plataforma não guarda esse histórico por você, o risco é seu.

O que precisa pra sair do papel

Três coisas: uma página de login bonita (com a sua marca, não uma tela genérica dos anos 2000), pagamento instantâneo integrado, e relatórios — pra saber quanto entrou, quantos leads vieram e o que mostrar pro parceiro comercial.

Como o NwOS faz isso

O NocSPOT é o hotspot do NwOS: editor visual da página de login (com prévia ao vivo), voucher, Pix na hora, login por CPF validado no seu ERP, modo evento pra captura de leads, publicidade com métricas e o histórico de conexão exigido pelo Marco Civil — tudo gerenciado no mesmo painel do resto da operação.

Se você já tem os pontos de Wi-Fi, a infraestrutura mais cara já está paga. Falta só a camada que transforma acesso em receita.

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